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São tempos sombrios… Não há como negar
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São tempos sombrios… Não há como negar

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Por: Mayara Almeida

 

Tricolores, não é de hoje, não é do começo da gestão Ceni, nem do ano passado… Há tempos que não reconhecemos mais o nosso São Paulo.

Na zona de rebaixamento, disputando apenas um campeonato (desde o mês de maio), o tricolor está hoje em um dos piores momentos da sua história. E isso se reflete no time em campo. Não sabemos o que acontece lá. Só sabemos que as coisas estão bem estranhas.

Vemos pessoas como Bale saindo do nada, por “problemas pessoais”. Basta uns minutos no Instagram dele para ver o carinho que ele adquiriu pelo Clube.

Não. Não sei o real motivo da saída dele. Realmente pode ter sido por conta da família, ou N outros motivos. Mas só consigo pensar que ele se cansou da bagunça que anda o São Paulo e de não ter ninguém que o ouvisse.

Também não estou o endeusando. Ninguém ali é Deus. Se você, torcedor, achou isso de alguém ali dentro do Clube, lamento lhe informar, mas o erro foi seu. Bale, Rogério…  São humanos. Podiam errar e erraram.

Mas veja bem, ninguém é demitido só porque perdeu para um Flamengo, embalado, fora de casa. É demitido por um conjunto de erros.

Quando Osório saiu do São Paulo, era impossível de se pensar que se cometeria o erro de perder bons profissionais de novo. Mas ainda não era hora do Rogério como técnico.

O M1TO, agora dá pra voltar a chamá-lo assim (já que prefiro apagar sua “carreira” de treinador da minha memória), foi mais usado como uma moeda política do que qualquer outra coisa. Deu errado.

Os bons saem, os maus ficam. Aqueles sanguessugas que não estão nem aí para o São Paulo. Lá estão. Ocupando cargos que deveriam ser de confiança. Mas confiar? Em quem?

Até o momento que eu escrevi esta coluna, estamos sem técnico. O nome mais forte circulando é o de Dorival. Só o tempo dirá se ele dará certo no tricolor. Prefiro não ficar colocando as estatísticas dele em outro clube, afinal, nenhum deles tinha essas peças que temos.

Só peço para que quem vier, defina um sistema de jogo. Uma escalação que o torcedor possa saber de cor. Será uma responsabilidade imensa, transmitida a ele por um único motivo: nossa diretoria não sabe ser diretoria.

Mayara Escolhi o São Paulo aos 7 anos. Decidi não seguir o caminho da família palmeirense. Jornalista com a esperança utópica de tornar o mundo mais humano. Tenho um amor incondicional pelo tricolor do Morumbi. Ídolos: Raí e Rogério Ceni.