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Números… que pesadelo
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Números… que pesadelo

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Por: Mayara Almeida

 

Tricolores, este ano já fiz uma coluna criticando um dos métodos de Rogério Ceni. Ele falava demais sobre as estatísticas, numa tentativa de mostrar que o São Paulo havia perdido, mas tinha “posse de bola” e afins. Bom, no Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Sul-Americana o que incomodou foram as eliminações. Ou seja, lá no fundo, tudo bem se fomos eliminados. Não cairíamos de divisão.

Bem diferente do Campeonato Brasileiro. Ah… que terror. São 14 jogos, 12 pontos, três vitórias, três empates e oito, OITO derrotas. Que vergonha. Que campanha pífia. Faltam 24 rodadas para o fim do Brasileirão. O Vitória escapou em 2016 com 12 vitórias e 45 pontos e o Internacional caiu com 11 vitórias e 43 pontos. Ou seja. Pelo menos mais nove vitórias e uns seis ou sete empates para se livrar no limite do rebaixamento. Dá para imaginar com este elenco?

Nas últimas semanas tenho falado bastante sobre a diretoria e como tem gente lá dentro do clube só pensando em si mesmo. Há 10 anos estávamos sendo Penta Campeões Brasileiros. Até consigo me lembrar das diversas reportagens, os títulos escritos “O voo 5-3-3”. A taça erguida com rodadas de antecedência. Nosso rival? Era até esquecido… lá no Z4… caindo.

Olhar para 2017 e ver que a situação de 2007 se inverteu. Estamos lá no Z4, flertando com um fantasma que nenhum torcedor de nenhum clube quer flertar. Eu tento manter o otimismo, mas estou bem mais preocupada que 2013. Acho que eu tinha mais fé naquele elenco, que apesar de pior, parecia ter mais vontade.

Este, até tem vontade, mas ultimamente anda se apavorando com a bola. Não podemos ter medo de nos reencontrar com a vitória. Daqui a pouco acaba o primeiro turno e não dá mais pra se sustentar no argumento que o São Paulo vai melhor no segundo turno.

A reação precisa vir na quarta-feira. Em casa. Precisamos vencer o Vasco a qualquer custo. Entendam isso, equipe. Estamos todos juntos nessa!

 

*Imagem: Marcos Ribolli – Globoesporte.com

Mayara Escolhi o São Paulo aos 7 anos. Decidi não seguir o caminho da família palmeirense. Jornalista com a esperança utópica de tornar o mundo mais humano. Tenho um amor incondicional pelo tricolor do Morumbi. Ídolos: Raí e Rogério Ceni.