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Bandana
Repórter
Terceira geração da linhagem tricolor de minha família, meu pai me deixou escolher o time do coração com uma única restrição: Tinha que ser grande, da capital e ter três cores. Por conta da dramática conquista de 1986 com o salvador gol de Careca no último minuto, acredito sempre até o último lance do jogo. Ídolos: Zetti, Raí e Rogério Ceni.
Vivian Lourenço
Editora Chefe
Nunca soube muito bem o que queria da vida então resolvi fazer jornalismo pra escrever textões pelo mundo afora. Paulista e São-paulina de coração; não sofri a influência de ninguém na hora de escolher um time para torcer (Valeu Telê). Minha vida se resume a duas coisas: amar o São Paulo e seguir o lema “a vida é muito curta pra ignorar a coxinha e o brigadeiro!” Ídolos: Telê, Zetti e Rogério Ceni.
Daniel Crepaldi
Vídeo
Neto e filho de Palmeirenses sofri grande influência para torcer pelo mesmo time que minha família, mas a inexplicável paixão pelo São Paulo, que é desde criança, me fez escolher o time certo. A cada dia que passa eu sei que escolhi o melhor. Ídolo: Rogério Ceni
KEI
COLABORADOR
Comecei a torcer para o SPFC depois de muita insistência do Bandana, um amigo fanático pelo clube e pelos jogadores. Hoje não me vejo torcendo para outro time. Vi o SPFC ganhar o mundial, mesmo não sendo o favorito, e daí os meus ídolos: Zetti e Raí, e mais tarde o Rogério M1TO
Gabriel Perecini
COLUNISTA
São-paulino desde 1930, antes de nascer. Uma vida inteira dedicada a amar, incondicionalmente, o Clube da Fé. Nas prioridades da vida, primeiramente vem o Clube e, depois, o resto. Devoto Dele: Rogério Ceni. "Dentre os grandes, és o primeiro". Ídolos: Rogério Ceni, Raí e Telê.
Régis Romualdo
COLABORADOR
"Minhas primeiras lembranças tricolores são do fim dos anos 80. A partir do título paulista de 1991 surgia a certeza de uma paixão, que logo se transformaria num amor intenso. Ídolos: Telê Santana, Rogério Ceni e Raí."